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Ciência x Jesus

Muito progresso científico já foi feito desde que Jesus andou pela Terra. Nesse tempo todo, será que os cientistas já conseguiram replicar os milagres ou o filho de Deus ainda está inalcançável?

 

Virgem grávida

De acordo com a Bíblia, Cristo foi concebido imaculadamente. Hoje, isso acontecer não é nem um pouco impossível, graças à inseminação artificial, quando não é necessário sexo.

Transformar água em vinho

Infelizmente, ainda temos que pagar caro por um bom vinho. Até onde eu sei, nenhum cientista cogita a idéia de transformar água em vinho. Uma pena, eu diria – e ponto para Jesus.

Curando um aleijado

De acordo com a Bíblia, Jesus curou um homem aleijado, que conseguiu sair andando. Os cientistas já deram os primeiros passos nesse ponto. Vários grupos já estão desenvolvendo terapias para que paraplégicos consigam andar e ficar de pé, ancorados em nervos de plástico, ou estimulando nervos independentes do cérebro.

Alimentando o povo

Não, os cientistas não conseguem multiplicar os pães e peixes. Entretanto, avanços na agricultura e na genética fizeram com que a produção alimentícia crescesse dramaticamente desde a década de 60. O uso de fertilizantes também vem ajudando a multiplicar os nossos alimentos.

Fazer os cegos enxergarem

Jesus fez um homem cego ver. Hoje, os cientistas fazem isso constantemente. Quase metade dos casos de cegueira é decorrente da catarata, a degeneração dos olhos. Com um procedimento de 15 minutos, oftalmologistas conseguem restaurar a visão do paciente.

Com cirurgias laser, médicos podem curar miopias e outras alterações visuais. Em alguns casos, os cientistas conseguem fazer a visão da pessoa ficar duas vezes melhor do que a normal. Por essa nem Jesus esperava.

Ressurreição de Lazaro

Após quatro dias de morte, Jesus ressuscitou Lazaro. Será que a ciência conseguiu isso? À parte de eletro choques e outros métodos de ressurreição, os cientistas ainda não conseguiram descobrir um método de devolver a vida após um período maior. E como os tecidos humanos apodrecem muito rápido sem oxigênio, nesse ponto Jesus tem o monopólio da técnica.

Mesmo assim, o biólogo Mark Roth e colegas estão desenvolvendo uma técnica para colocar e retirar animais de um estado de quase morte, chamado de “animação suspensa”. Eles descobriram que a maior parte dos mamíferos possui um gene dominante que permite uma “flexibilidade metabólica” similar a dos ursos quando hibernam no inverno.

“Nós usamos o termo animação suspensa para um estado onde todos os processos vivos observáveis são parados: os animais não se movem ou respiram, e o coração não bate. Nós conseguimos colocar alguns animais nesse estado por até 24 horas”, afirmam os pesquisadores.

Caso isso pudesse ser aplicado em humanos, seria o mesmo que dar tempo para que médicos pudessem fazer reparos em traumas e prevenir a perda de sangue.

 

Talvez na próxima vinda de Jesus, os milagres tenham que ser mais impressionantes! 


 

Nos dias de hoje existe uma grande preocupação em relação à educação que damos aos nossos filhos. Vivemos em uma época onde precisamos sobreviver e para isso abrimos mão do nosso tempo, e pior, quando temos tempo estamos exaustos.

Muitas vezes para compensar o tempo que não dedicamos a nossos filhos, tentamos “comprá-los”, fazendo as suas vontades. Noto que esse tipo de comportamento trás consigo uma coisa que é muito frustrante, pois poucas coisas são realmente encaradas por eles como algo fascinante.

Lembro de em um natal ter ganhado uma bola e era uma simples bola e mesmo assim foi algo muito especial, hoje damos a nossos filhos essas tralhas tecnológicas e tudo se resume em um “legal pai”.

É os tempos mudaram e isso é algo que temos que conviver, mas existe algo que devemos preservar em nossas famílias, são os Valores.

Mas o que são estes tão falados valores?

Podemos dizer que é o que consideramos correto, nossas crenças, e os investimentos afetivos. Isso quer dizer que, apesar de se apoiarem em conceitos, estão ligados a emoções, tanto positivas quanto negativas.

Educar para os valores é transmitir aos filhos idéias em que realmente acreditamos, por exemplo, que vale a pena ouvir enquanto outra pessoa estiver falando. Ou que ficar muito tempo no chuveiro pode levar à falta de água para todos. Ou ainda que cada um é responsável por seus atos.

Importante dizer que preservar os nossos valores não é e não pode ser uma volta a época jurássica, pois no mundo que vivemos, temos que rever algumas posições e adequar nossa visão ao que hoje é correto.

Alguns dirão valores são valores e são imutáveis. Há alguns anos atrás era inconcebível a união homossexual. Mas e hoje? Devemos ensinar a nossos filhos que isso é inconcebível como no passado?

O mundo tem se tornado um lugar politicamente correto, as leis buscam um mundo com menos desigualdades, mas somos todos diferentes… um conta-senso!

No mundo ideal, a família é a primeira na definição dos valores, em segundo lugar a escola, e em terceiro o ambiente que estas crianças vivem.

Os laços afetivos são responsáveis por fixar os valores em um ser humano, mas então porque a família não tem sempre o maior peso?

A degradação da família está intimamente ligada a corrupção dos valores, pois hoje como disse anteriormente temos que sobreviver e a família que antes tinha uma função de acompanhar o crescimento dos filhos, hoje se desdobra em busca de uma estabilidade financeira e de realização profissional.

A segunda na lista, a escola nem sempre tem condições de transmitir esses valores, pois a afetividade é menor e ainda há a questão de se enquadrar dentro de padrões estabelecidos pelos próprios grupos que se formam.

E por último, mas não menos importante temos o ambiente, isso quer dizer o lugar onde vivem, quer seja em um condomínio, na rua, ou em uma comunidade.

Valores não são transmitidos por “leis”, mas sim por exemplos!

Muitos pais hesitam em transmitir valores por acharem que estão sendo moralistas e autoritários.

Mas este é um pensamento equivocado. Todo mundo precisa ter seus próprios valores, porque é a partir deles que derivam o caráter, as crenças e as opiniões de uma pessoa. Por outro lado, os pais não terão sucesso se tentarem impor o pacote todo aos filhos. É preciso aceitar que existem muitos outros fatores que interferem na formação do indivíduo, como, no caso da adolescência, o grupo de amigos, a necessidade de afirmação e aceitação no grupo e, também, a própria pulsão de ser diferente dos pais.

Os filhos contestam os valores da família geralmente, porque, nesta fase, a influência do grupo é muito forte. Os adultos precisam entender que, na adolescência, a palavra principal não é formação, e sim transformação. Os jovens colocam os valores em dúvida, e querem testá-los, o que é fundamental para seu amadurecimento.

Isso fará com que escola e família percam importância, enquanto crescerá muito a influência do grupo de convívio.

Os pais não devem se incomodar com isso, o que não significa que não precisem ficar atentos.

É preciso dar o exemplo! Isso mesmo, além de conhecerem bem os seus valores, os adultos precisam praticá-los em seu dia-a-dia, nas pequenas e nas grandes atitudes. O mesmo nas escolas. Se não for assim, os jovens ficam sem ter onde se segurar, onde apoiar suas crenças. Professores que cobram disciplina, mas chegam atrasados e não cumprem acordos; pais que cobram posturas cidadãs, mas levam a vida com ‘jeitinhos’, ou, bem mais comum, que fazem promessas e não as cumprem: tudo isso pode abrir caminho para a formação de pessoas que dão mais valor à imagem que à palavra. Pense nisso!

Um dia desses “zapeando” pelos canais da televisão parei por alguns segundos em um canal onde ouvi a frase “Fazer o simples é sempre o mais complicado”, mas em princípio não dei muita atenção e continuei a minha dura rotina de procurar algo para assistir.

Depois de desligar a TV e me preparar para dormir, a frase ainda estava na minha memória.

Então senti a vontade de me aprofundar nesse pensamento e por isso decidi escrever.

Depois de pensar onde isso se aplicava no meu dia a dia, percebi que tudo que é simples de mais parece estar incompleto, a complexidade dos nossos cérebros nos impede de ver as coisas como são e sim como achamos que deveriam ser.

Às vezes me pego criando verdadeiras teorias da conspiração apenas imaginando uma situação, quer seja no trabalho ou na minha vida pessoal.

Trazendo isso para um contexto religioso, vemos que para se conseguir um lugar ao lado do todo poderoso é algo quase que impossível.

As religiões transformam a vida do crente em uma eterna busca pelo impossível. Pois os que querem seu lugar no “céu” precisam ser santos como algumas denominações religiosas gostam de dizer, outros por sua vez pregam a redenção pela castidade de seus dirigentes, outros ainda querem que seus fiéis paguem carnês para que tenham direito a eternidade na presença de deus.

Ainda há aqueles que esperam sua redenção; não doando ou recebendo sangue mesmo que isso lhes custe a sua própria vida ou de seus amados, imaginem o que isso trás de sofrimento e gratuito!

Há aqueles que são os sabáticos e que guardam esse dia como sendo o dia escolhido pelo próprio deus para seu descanso. Talvez essa seja uma das maiores hipocrisias, pois eles mesmos fazem outros trabalharem para eles “guardarem o dia santo”. E sempre que podem acusam os outros dessa violação.

As regras variam de denominação para denominação, mas no final essas instituições apenas preservam seus próprios interesses.

Fico pensando porque há tantas religiões se na teoria existe apenas um deus. As religiões são como pacotes de regras e dogmas em uma prateleira de “supermercado” e os consumidores são os que querem acreditar na existência de um ser maior, um ser que venha resolver seus problemas, suas angústias e aflições.

Diante de tantas opções as pessoas buscam suas religiões de acordo com aquela que melhor se encaixa e que menos lhe agride a personalidade e seus atos.

Todos que acompanham meus textos sabem que considero o ser humano o seu próprio deus e que tudo que precisamos nós mesmos podemos alcançar e que tudo depende de nós e não de seres imaginários como deuses, santos ou qualquer outra entidade.

Isso é algo simples demais para ser entendido pela maioria das pessoas. Pois depender de si mesmo é algo que não lhes foi ensinado desde quando ainda eram crianças e as crenças que existem em toda nossa sociedade prega exatamente o contrário, que precisamos de “seres” celestes para nos ajudar, mas essa ajuda vem junto com o sacrifício do ser humano, a dificuldade, a remissão, a morte, a guerra e tantas outras baboseiras que estão escritas na bíblia para então conseguir agradar a deus e este prover o que você precisa. Um tanto controverso não acham?

Quando pergunto para as pessoas porque elas procuram uma religião, ouço as mais absurdas respostas, mas a mais comum é que buscam a paz, que se sentem vazias e infelizes e que algo lhes falta.

Tudo isso é muito simples de ser conseguido e depende exclusivamente da forma com que conduzimos as nossas vidas, da forma que lidamos com nossos semelhantes, com que pregamos a bondade e a forma com a que praticamos.

Você pode preencher o vazio que existe dentro de você, com a sua própria família, seus amigos, conhecimento, praticando a bondade, a benevolência e tudo mais que é bom.

Experimente fazer um ato de caridade, isso inunda o seu ser com alegria e com o sentimento de missão cumprida. Por menor que seja a caridade esta é a cura para a intolerância, o rancor, a falta de ânimo e grande parte dos males que nos afligem.

As boas atitudes são simples de serem praticadas e dão grandes resultados. Experimente deixar o motorista apressado passar a sua frente no transito, experimente parar para que uma pessoa possa atravessar a rua em segurança, experimente dar um bom dia a quem não se conhece, um abraço nos seus pais e irmãos sem um motivo aparente ou ainda dizer a sua mulher ou ao seu marido o quanto ele ou ela é importante na sua vida e por fim dizer aos seus filhos que eles são a razão da sua existência.

São coisas simples e que se praticadas podem mudar o mundo pela simples razão de serem copiadas.

O mundo precisa de mais atitudes e de menos pregação, o mundo precisa mais de você do que precisa de deus ou de qualquer entidade imaginária. Pense nisso!

Liberte-se

Você que crê em deus e o tem como pastor pare de pensar como ovelha e você verá que o mundo é muito mais que simplesmente pastar e balir. Pense nisso!

Se todos os crimes fossem legalizados, no dia seguinte a criminalidade formal estaria extinta, mas os efeitos maléficos do crime na sociedade não só continuariam a existir como, muito provavelmente, subiriam a níveis estratosféricos.

1- A legalização das drogas acabará com o comércio ilegal de drogas. 

É estúpido achar que um “comerciante” que já é competitivo em um mercado sem regras não o seria em um mercado regulado. Com o mercado legalizado e regulado, muito provavelmente o comercio legal teria vários limites e padrões impostos por órgãos da burocracia governamental, e a “droga legal” seria muito mais cara do que a ilegal, da mesma forma como o tênis vendido em loja é muito mais caro do que o pirata vendido em camelô.

Além do mais, por que um viciado em maconha que quer comprar 100 gramas de fumo não compraria 10 gramas na farmácia e os outros 90 na boca de fumo ilegal?

Por que um viciado em cocaína que quer comprar cinco gramas de pó não iria comprar dois gramas na farmácia e o resto na “boca”?

Por que um viciado sem dinheiro para pagar a dose vendida legalmente não iria na “boca” comprar a droga mais barata, sem impostos e mesmo fora dos padrões de qualidade?

Na prática, um traficante que hoje está 100% ilegal no seu negócio, se ele for esperto, vai montar outro negócio 100% legal e vai continuar mantendo o seu atual que não depende de autorizações legais e nem de coisa nenhuma além da demanda. Por que faturar em uma ponta se pode faturar em duas e ainda usar os benefícios e facilidades dos novos fornecedores legais para melhorar a minha logística, diminuir o risco, e etc.?

2 – A legalização das drogas vai acabar com a receita financeira dos traficantes.

Ora, se o comércio legal de medicamentos, roupas, CDs, cigarros, programas de computadores e etc., não acabou com a receita financeira dos contrabandistas e do mercado negro, porque alguém pode achar que a legalização das drogas vai acabar com a receita financeira do trafico?

Mais uma vez não existe nenhuma lógica que sustente a afirmação.

3 – A legalização das drogas vai diminuir a criminalidade.

Certamente o numero de prisões por uso cairão, mas, e as ocorrências motivadas por perturbação mental dos viciados: brigas, confusões e etc.?

E as ocorrências motivadas pela miséria provocada pelo vício que torna muitas pessoas inúteis para o trabalho e para a vida econômica? 

Ora, na prática, se todos os crimes fossem legalizados, no dia seguinte a criminalidade formal estaria extinta, mas os efeitos maléficos do crime na sociedade não só continuariam a existir, como, muito provavelmente, subiriam a níveis estratosféricos e a sociedade civilizada seria catapultada para a selvageria em poucos dias. Qual imbecil seria capaz de defender esse tipo de coisa?

4 – A legalização das drogas vai melhorar a qualidade do “produto”.

Bem, sem dúvida, em alguma medida isso vai acontecer primeiro porque teremos uma produção em maior escala, formalizada, e regras tanto para essa nova produção como para a nova comercialização. É certo que haverá uma melhora na qualidade, tanto no comércio legal, como no paralelo, e este último certamente encontrará uma forma de se alimentar de novos fornecedores. Só que “qualidade” e preço, de modo geral, sempre andam de mãos dadas, como, aliás, já é hoje no comércio ilegal, no qual os traficantes de primeira linha atendem os endinheirados do “jet set” vendendo “produtos” melhores do que as “bocas” de favela que buscam atender a pessoas de menor poder aquisitivo.

5 – A legalização das drogas não irá aumentar o numero de viciados.

Em que pese os números de outros países onde a legalização foi experimentada desmentirem essa afirmação, ainda existe o lado lógico da coisa.

De acordo com a FEBRAFAR, no Brasil existem 3,34 farmácias para cada 10 mil habitantes, e isso significa que numa cidade como o Rio de Janeiro existem cerca de 2100 farmácias. Supondo que as drogas legais só possam ser comercializadas em farmácias, o novo número de pontos de venda das drogas hoje ilegais seria os das “bocas” já existentes somado a 2100. Qualquer comerciante sabe que quanto mais pontos de venda, maior é a chance de se vender mais, da mesma forma que se você estiver preso numa floresta onde vivem 50 leões você terá mais chance de viver do que se a mesma tiver 300 feras.

6 – A legalização vai cobrar impostos que serão aplicados na sociedade, saúde e educação.

É um fato que a parcela de impostos que são revertidos ao beneficio da sociedade está longe de ser igual ao que é arrecadado, e a prova disso disto está na qualidade das escolas públicas, do atendimento dos hospitais, do judiciário e em qualquer outro serviço público existente no Brasil e em qualquer outro país. No caso específico, supondo que a resultante da soma entre receita de impostos com drogas menos o aumento de custos de controle do comércio, mais o aumento de custos com segurança, mais o aumento de custos com saúde publica seja um número positivo, a maior parte dele vai ficar mesmo é na maquina publica, como já fica a maior parte dos impostos que pagamos hoje. Os grandes beneficiados com isso serão, como sempre, os políticos e aqueles que se locupletam da maquina estatal, não a sociedade.

7 – A legalização das drogas vai acabar ou reduzir o armamento dos bandidos.

Bandidos se armam para defender seu território e sua riqueza de outros bandidos e da polícia, e ao mesmo tempo, para praticar ações criminosas contra os menos armados ou desarmados (roubos, seqüestros, venda de segurança, etc). A quantidade de armas em poder dos criminosos cresce ou diminui em função da quantidade de criminosos existentes, e não em função da legalização de crimes ou da proibição de comércio ou posse de armas. Caso contrário, seria lógico imaginar que em um cenário onde todos os crimes fossem legalizados não existiriam armas, coisa que é na verdade um absurdo.

Pense nisso!

Tenho conversado com um amigo sobre o dilúvio universal e quanto mais eu penso nisso mais absurdo eu acho esta estória. Podemos começar falando sobre a pangéia um mega continente que existiu a 200 milhões de anos durante a era mesozóica. Há cerca de 40 milhões de anos fica completa a abertura do Atlântico e as duas Américas se unem pelo Istmo do Panamá  formando a cadeia montanhosa dos Andes e dando aos continentes sua configuração atual.

De acordo com The Reese Chronological Bible, o Dilúvio aconteceu no ano 2319 aC. Embora não estejamos seguros quanto à data sendo apenas aproximada.

Segundo os estudiosos da bíblia o dilúvio ocorreu bem depois das separações dos continentes. O que torna impossível o povoamento dos demais continentes pelos animais que estavam na arca, já que a arca segundo a bíblia aportou sobre o monte Ararate que fica na Turkia, localizada entre dois continentes o Europeu e o Asiático.

Mas você sabe por que deus destruiu o mundo?

Veja o que a bíblia nos diz:

O Dilúvio veio sobre a terra, pois deus resolvera destruir todos os seres viventes, pois a abominação e a corrupção humana tinham passado todos os limites. Mas devemos entender que em 6: de Genesis que fala do “porque Deus destruiu o Mundo com o dilúvio” está escrito dessa forma no versículo 1°

1° – E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas

2°- Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.

Como acabamos de ler, os filhos de Deus, ou seja, os “Anjos” casaram com as filhas dos Homens. Ora se fosse homens que casariam com essas mulheres deveria estar escrito os filhos dos homens casaram se com as filhas dos homens.

Dessa união nasceram gigantes sobre a terra, como está escrito dos versículos 3 ao 7.

E por fim o versículo 7 a decisão de deus está tomada vejam: E disse o SENHOR: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito

Já escrevi sobre a crueldade de Deus, e esta estória mostra mais uma vez sua intolerância com suas criaturas, neste caso até os animais que não tinham nada haver com o que deus julgava que estava errado no ser humano foram exterminados e com uma morte bastante cruel, AFOGADOS!

Intrigante que neste relato bíblico, segundo as próprias palavras de deus ele fez o homem a sua imagem e semelhança, mas mostrou sua ira quando os seus anjos misturaram-se com sua criação.

Teria deus nesse episódio nos mandado uma mensagem que não devemos nos misturar com outros povos? Já vi essa idéia muito tempo depois, Hitler também pensava em uma nação pura, coincidência? Pois perto do dilúvio, Hitler é apenas uma criança com uma lupa ao sol queimando formigas. Quero deixar bem claro a minha repulsa pelo nazismo, mas não consigo deixar de fazer essa comparação.

Neste episódio também comprovamos que deus comete erros, apesar dos crentes não admitirem isso, mas veja essa passagem bíblica: Gênesis cap.6 versículo 6: Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração.

Arrepender-se confirma que deus errou ao criar o ser humano, ou que sua criação não saiu como ele gostaria. Mas para deus é fácil resolver isso, ele extermina tudo que há sobre a terra e começa de novo… Mas no meio do caminho encontra Noé que era o único homem justo em toda a terra, e por isso ele resolve dar uma chance. Então da a ele a oportunidade de salvar-se e levar consigo casais de animais que repovoarão a terra.

Voltando aos fatos, se o dilúvio foi um evento mundial como relata a bíblia, e apenas os escolhidos por Noé foram salvos, como explicar a existência de outras raças como as Negras, as Asiáticas e todas as outras que conhecemos?

Na época que a arca foi supostamente construída podemos encontrar relatos de construções de barcos que usavam betume, isso mesmo betume! Este aflorava na Mesopotâmia (hoje Iraque) e que servia para calafetar barcos (inclusive a arca de Noé) o curioso é que este é originário de fósseis vegetais e animais com, no mínimo, 30.000.000 (milhões) de anos que é um prazo mínimo para a formação do petróleo! Aqui aproveitamos para afirmar que o mundo não foi criado com Adão e Eva, sendo assim Noé sequer existiu, sendo Noé vindo de uma linhagem direta de Adão, veja:

Segundo a bíblia, Noé era filho de Lameque, que era filho de Matusalém, que era filho de Enoque, que era filho de Jarede, que era filho de Malalel, que era filho de Cainan, que era filho de Enos, que era filho de Sete, que era filho de Adão.

Existem muito mais evidências de que tudo isso não passa de mais uma história que foi inventada para colocar medo naqueles que precisavam de rédeas para serem conduzidos pelos governantes e pelos seus líderes religiosos. O dilúvio também serviu para que deus fizesse uma promessa, a que nunca mais exterminaria o seu humano, mas e o apocalipse, não relata que o mundo será destruído? Isso é um tema para outra postagem. Não esqueçam, como diz a frase em muitos carros por ai Deus é fiel. Pense nisso!

Para pensar!

“Algum homem primitivo um dia inventou a faca, para cortar peles e alimentos. Eis o cientista. Outro roubou seu invento e então o usou para matar. Eis o político. Outro justificou a matança dizendo que era o desígnio de algum deus. Eis o religioso.”
Francisco Saiz

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